terça-feira, 3 de abril de 2012

Oq é psicologia reversa??

Se eu te dissesse: “Não Continue Lendo!” certamente você ficaria com mais vontade de ler. E se já leu até aqui, então minha estratégia foi boa…
Isso é a psicologia reversa!
Psicologia reversa é a psicologia do paradoxo, segundo a qual você tenta obter um resultado positivo através de uma sugestão negativa ou vice-versa.
Exemplo: Ao inves de incentivar, você diz para uma pessoa para ela desistir de tentar algo, pois ela não vai conseguir... Porém, sua intenção para com essa pessoa é exatamente o oposto, que ela se esforce ainda mais em continuar tentando...
Em determinadas pessoas uma sentença assim ao invés de derrubá-las no seu ideal, seria o incentivo necessário para continuar tentando a todo e qualquer custo. Você diz para ela desistir porque não vai conseguir. Isso geraria uma espécie de "resposta desabafo" em forma de atitude. Ao ouvir essa sentença desanimadora a pessoa conclui: "pois eu vou mostrar a todos que eu consigo!". E realmente acaba conseguindo mesmo...
Nós usamos isso no dia-a-dia na vida dos outros e nem percebemos. Recebemos constantemente psicologia reversa em nossas vidas, e com efeito, e também nem percebemos.
Para o caso de desvendamento de crimes a coisa já exige ampla experiência profissional. Mas é muito usado, por exemplo, tirando um acusado da cena do crime e pondo outra pessoa inocente no lugar dele, exatamente para que o acusado "entre no jogo" e comece a falar. Daí, para o acusado entrar em contradições e acabar confessando o crime é um pulo...
Concluindo:
Para testar um pouco mais de psicologia reversa!
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Se clicou no link nos diga: Ainda está vivo? Seu estomagoa inda funciona? Vai ficar traumatizado? Como você está se sentindo?

sexta-feira, 30 de março de 2012

DEPRESSÃO PÓS-PARTO

DEPRESSÃO PÓS-PARTO


O seu bebê nasceu ou está para nascer, um momento de grande alegria se espera, a gestação foi sonhada, aceita, o nome escolhido de acordo com as melhores intenções e significados, o enxoval em cores suaves, sonha-se com o rostinho fofo, os movimentos lentos, o sorriso que aos poucos vai se revelar... eles são mesmo lindos - os bebês. E toda esperança de uma nova vida, traz alegria a família.Chega o momento considerado dos mais sublimes para a mulher.
Eis que, muitas vezes a expectativa com relação a este momento é frustrada pelos dados que a vida objetiva traz para a mãe.
É lindo ter um bebê, realmente incrível que possamos dar a luz a uma nova vida. Contudo, a maternidade, vem carregada de responsabilidades e mudanças na vida da mulher, implica mudanças em vários aspectos, no trabalho, na vida pessoal , emocional e social. Essas mudanças podem acarretar mais sofrimento do que a futura mãe possa supor. Existe uma tendência a se fantasiar a realidade, idealizar o momento, e esquecer os desafios que a condição de mãe impõe.
Em função disso, é muito importante, que as futuras mães, possam ter a maior proximidade possível com os dados de realidade que a função materna trará para sua vida, para que se possam diminuir as possibilidades do desenvolvimento de um quadro de depressão pós-parto que pode afetar consideravelmente a relação mãe-bebê e por conseqüência a formação da estrutura psíquica desta criança no decorrer de seu desenvolvimento.
Nesta direção, temos uma corrente de estudos que defende a realização do pré-natal psicológico, que vem de encontro a necessidade de preparação emocional e sócio-ambiental para a chegada do novo bebê. Segundo estes estudos, o pré-natal psicológico tem se mostrado tão importante quanto o acompanhamento físico da gestante e da criança. Podendo, com eficácia, prevenir situações futuras que favoreçam a depressão pós-parto, além de trabalhar questões com a mãe que podem melhorar suas condições e qualidade de vida e assim, também as condições de desenvolvimento de seu bebê.
Logo após o parto, em média 60% das mães sofrem do que chamamos “baby blues”, que se caracteriza por ser um estado de variações emocionais, psicológicas, hormonais e físicas.
Isso equivale a dizer que, a mãe poderá sentir-se no pós-parto, muito sensível, confusa, instável, com incapacidade para cuidar de seu bebê, com medo, culpa, tristeza, falta de motivação, indisposição. Porém, esses sentimentos são considerados normais, desde que não perdurem por muito tempo, e têm sido relacionados às rápidas alterações hormonais, ao estresse do nascimento e ao grande aumento da responsabilidade que o nascimento de uma criança provoca.
No entanto, se esses sentimentos persistirem por um período de tempo considerável, mais de 4 semanas, por exemplo, após o parto, é importante que se fique atento para a possibilidade de estar se estabelecendo um quadro depressivo, que tem ocorrência de 10% a 20% dentre as mães em período puerperal.
Os fatores apontados como possíveis causas de deflagração da depressão pós-parto, são: os biológicos, já citados – variações hormonais e alterações no metabolismo que podem, ainda, acentuar consideravelmente problemas emocionais e/ou pessoais já existentes, os ambientais – mudanças expressivas no cotidiano, e os psicológicos – sentimentos conflituosos da mulher em relação a si mesma, ao bebê, ao companheiro, transtornos psíquicos pré-existentes, entre outros.
Em um quadro que aponte para depressão, a necessidade de diagnóstico é preemente.
É importante que a mãe procure acompanhamento psicoterápico, converse com pessoas próximas e os profissionais que a atendem – obstetra, pediatra, sobre os sentimentos que vem tendo, que não se envergonhe deles. Admitir que esses sentimentos existem, é o primeiro passo. E um profissional habilitado poderá orientá-la na busca do diagnóstico e tratamento adequados.
A vivência de sentimentos tão diferentes daqueles que se havia idealizado pode tornar esse momento muito penoso, e provoca nas mães um sentimento de inadequação, que pede ajuda.
Numa parcela grande dos casos de depressão pós-parto a mulher se isola, tem vergonha dos sentimentos, não tem coragem de assumi-los e falar o que está acontecendo com ela. Assim, sofre sozinha, aliás, com seu bebê, calada. Um sofrimento que muitas vezes não cessa sem tratamento, pelo contrário, se agrava. A depressão pós-parto pode durar meses ou até mesmo anos se não tratada.
A depressão pós-parto não é rejeição ao bebê prioritariamente, mas muito mais um sentimento de medo com relação as mudanças e ao desafio que se tem pela frente.
Portanto, o esclarecimento, a franqueza consigo mesma, a consciência dos nossos limites e a procura pela ajuda daqueles que nos amam e daqueles que podem nos auxiliar profissionalmente é a melhor, e mais eficiente saída neste momento.

Fotos bizarras de mulheres com anorexia extrema

Anorexia é um transtorno alimentar no qual a busca implacável por magreza leva a pessoa a recorrer a estratégias para perda de peso, ocasionando um grande emagrecimento. O irônico social traz à você uma galeria de fotos horríveis de mulheres que sofrem dessa doença.

































quarta-feira, 28 de março de 2012

O que são Doenças Sexualmente Transmissíveis

O que são?

doenças sexualmente transmissíveis ou DST são doenças que você pode pegar através de relações sexuais (vaginal, anal ou oral) com pessoas contaminadas.

Quais as complicações

Quando uma DST não é tratada pode causar uma série de complicações:

• Esterilidade (infertilidade) no ipedloucura15e na mulher; 

• gravidez ectópica (gravidez nas tropas); 

• Maior chance de aparecimento de alguns tipos de câncer no útero, pênis e ânus; 

• nascimento de criança prematura, com lesões orgânicas ou morte fetal. 

As doenças venéreas e qualquer outro tipo de doença adquirida pelo contato sexual são considerados doenças sexualmente transmissíveis (DST). Este conceito foi ampliado, com a inclusão de alguns problemas de pele e enteropatias, porque se constatou que o contato sexual tem grande influência na transmissão dessas doenças. 

Por algum tempo, as DST deixaram de ser alvo de preocupação, pois, com o surgimento dos antibióticos (principalmente a penicilina) o ipedloucura5da maioria delas ficou bem mais fácil. Porém, nos últimos anos, a incidência dessas doenças voltou a crescer e elas tornaram-se novamente motivo de preocupação. 

O aparecimento da aids chamou a atenção da sociedade para isso, e hoje, as DST são consideradas pela organização Mundial de Saúde um problema de saúde pública que atinge o mundo inteiro. 

Alguns Exemplos

gonorréia ou Blenorragia

A gonorréia é causada pelo gonococo, uma bactéria extremamente resistente. Mais de 90% das mulher desenvolvem a doença depois de contato com um parceiro infectado. Em geral, os sintomas começam a surgir após 2 a 6 dias e o quadro típico é febre, lesões na pele, inflamação na uretra e artrite. 

Em cerca de 15% das pacientes a doença evolui, a ponto de comprometer as trompas, formando abscessos (grande quantidade de pus) na região pélvica. Em geral, a gonorréia provoca esterilidade em 15% das pessoas, após ter contraído a doença pela primeira vez, em 36% após a segunda vez e em 75% após a terceira vez. 

O diagnostica é feito por um médico, através da analises de exames laboratoriais, onde se identifica o gonococo. A gonorréia pode estar associada a outras DST, que precisam ser diagnosticadas e tratadas. O tratamento é feito com antibióticos, indicados para cada caso; e o parceiro também deve ser medicado. 

Condilona acuminado (Cristal de galo, Couve flor)

O condilona acuminado é causado pelo vírus papiloma, que se manifesta através do surgimento de verrugas, aglutinadas ou não, na região genital, tanto do homem como da mulher. É uma doença altamente contagiosa, que infecta 65% dos parceiros após o contato sexual.
 
A lesão pode demorar até 8 meses para se desenvolver e, em 50% dos casos, esta associada a outras DST. A relação da doença com o aparecimento do câncer no colo do útero, na vulva e no pênis está ficando cada vez mais evidente. 

É possível que o feto seja contaminado na hora do nascimento, podendo também desenvolver condilona na garganta. O tratamento é feito com substâncias causticas ou através de uma cirurgia, fazendo a cauterização elétrica ou a laser da região. Ambos os parceiros devem ser examinados minuciosamente, inclusive para que se possa tratar outras DST, que estejam associadas. O acompanhamento médico é muito importante. 

Candidíase Vaginal 

É um corrimento branco (tipo leite coalhado), sem mau cheiro, provoca coceira intensa e ardência ao urinar. 

Tricomoníase Vaginal

É um corrimento amarelado, com mau cheiro, também provoca coceira, ardência ao urinar e dor durante o ato sexual.

DST - Doenças Sexualmente Transmissíveis » Gonorréia

Sendo também uma das doenças sexualmente transmissíveis, a gonorréia é causada por uma bactéria contagiosa chamada gonococos, é uma das doenças que não afeta somente o homem, mas também a mulher, se ela engravidar o recém-nascido também poderá contrair o vírus. 


Bactéria Gonococo

Apesar de ser a mesma doença, a infecção no homem é diferente da mulher. No homem, a infecção se inicia na uretra com dores na cabeça do pênis, dor e queimação ao urinar e saída de uma secreção espessa, amarelada e turva do pênis e na mulher a bactéria se instala no colo do útero, provocando coceira, queimação ao urinar e ao redor da vagina acarretando a uma secreção amarelada-esverdeada. Porém na maioria dos casos, as mulheres que são infectadas com o vírus, não apresentam os sintomas. 

Quando é transmitida através do sexo anal ou oral a bactéria contamina a garganta e o reto. Logo após a contaminação, o vírus ficará incubado de dois a dez dias. 

Para ipedloucura4da Gonorréia utilizam-se antibióticos, que dão resultados após dois dias do início de tratamento, mas mesmo assim, é necessário que continue o tratamento até o fim, pois a infecção mal curada pode acarretar problemas colaterais como, esterilidade, gravidez ectópica e infecções generalizadas, já se a bactéria contaminar o sangue poderá levar a pessoa á óbito. 

Para evitar que a doença se espalhe é importante que haja a prevenção, tanto sexualmente, quanto nos cuidados com higiene, separando os objetos de uso pessoal, e não os compartilhando com ninguém.

segunda-feira, 26 de março de 2012

DST - Doenças Sexualmente Transmissíveis » Clamídia

Também sendo uma das doenças sexualmente transmissíveis tanto para homens quanto para mulheres, aclamídia, como é chamada, é uma doença que é causada pela bactéria: chalamydia trachomati, que se instala nos órgãos reprodutores da mulher fazendo com que ela não possa mais ter filhos. Já no ipedloucura11o vírus causa suores incontroláveis no órgão genital. 


Bactéria chalamydia trachomati

Essa doença pode ser passada durante as relações sexuais seja via oral, vaginal, anal e também pela mulher que está grávida e durante o parto. Qualquer pessoa que tenha uma vida sexual ativa pode ser contaminada por este vírus, não importando sexo e idade, mas a quantidade de parceiros com os quais a pessoa (que pode ser infectada) se relaciona. 

Existem várias formas de prevenção para que este vírus não se espalhe, uma delas é o uso de camisinha. A pessoa que possuiu o vírus e está “curada” deve consultar a um médico periodicamente, pois a doença poderá voltar depois de três ou quatro meses. 

O aparecimento dos sintomas desta doença vai de uma semana a mais de um mês para se manifestar. 
Sendo assim, o risco de infecção desta doença é altíssimo, e deverá ser levado em consideração o tratamento, pois mesmo que não houver sintomas da doença ela poderá se alastrar sem nenhum conhecimento do paciente.

DST - Doenças Sexualmente Transmissíveis » Ciclo vital do HIV

• ligação de glicoproteínas virais (gp120) ao receptor específico da superfície celular (principalmente linfócitos T-CD4); 

• fusão do envelope do vírus com a membrana da célula hospedeira; 

• liberação do "core" do vírus para o citoplasma da céipedloucura13hospedeira; 

• transcrição do RNA viral em DNA complementar, dependente da enzima transcriptase reversa; 

• transporte do DNA complementar para o núcleo da célula, onde pode haver integração no genoma celular (provírus), dependente da enzima integrase, ou a permanência em forma circular, isoladamente; 

• o provírus é reativado, e produz na mensageiro viral, indo para o citoplasma da célula; 

• proteínas virais são produzidas e quebradas em subunidades, por intermédio da enzima protease; 

• as proteínas virais produzidas regulam a síntese de novos genomas virais, e formam a estrutura externa de outros vírus que serão liberados pela célula hospedeira; e 

• o vírion recém-formado é liberado para o meio circundante da célula hospedeira, podendo permanecer no fluído extracelular, ou infectar novas células. 

A interferência em qualquer um destes passos do ciclo vital do vírus impediria a multiplicação e/ou a liberação de novos vírus. Atualmente estão disponíveis comercialmente drogas que interferem em duas fases deste ciclo: a fase 4 (inibidores da transcriptase reversa) e a fase 7 (inibidores da protease).